MEMÓRIA D’ÁGUA

Projeto Espetáculo 2022 - BRASILÂNDIA

SINOPSE:

Chuva é retorno de rio à superfície. Chove… chove muito em São Paulo! Transbordam palavras-memórias de todos os cantos: cantos para chover, cantos porque chove. Vozes sobrepostas reclamam histórias. Histórias sobrepostas, rios soterrados e com eles os idiomas originários, as línguas, a possibilidade de se comunicar, transmitir memórias, heranças dos povos. Por cima, as palavras do colonizador, o português nomeando os nomes das ruas. Inajar de Souza e General Penha Brasil. Território inventado, forja geográfica, nomes de generais e jornalistas sobre os rios tupis-guaranis: Cabuçu, Itaguaçu, Guaraú, Perus, Juqueri, Mandaqui, Tremembé, Sumaré, Pacaembu, Carandirú, Piqueri, Apereíba, Cabuçu de cima, Piracema, Itororó, Tamanduateí, Tietê, Ipiranga… Anhangabaú! Quais histórias estão por baixo? No inconsciente – rio-interno – submersos?

 

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