OFICINA DE INCENSO LÍQUIDO DE ERVAS COM SERPENTEIA BEM VIVER ANCESTRAL

 Em 19 de abril é comemorado o Dia dos Povos Indígenas. Criada em 1943, a data celebra a cultura e herança, além de estimular o combate ao preconceito e promoção de direitos dos povos originários. Em consideração a esta data simbólica, a Fábrica de Cultura do Jaçanã promove o Mês da Visibilidade Indígena, com atividades dedicadas à valorização e reflexão da cultura, vivência e luta indígena.

Neste mês, trazemos uma vivência de criação de incenso líquido com ervas, ministrada por Tammy Tupinambá. Iremos prosear abertamente e de forma acessível sobre as questões indígenas e buscar valorizar os saberes relacionados às práticas de atividades envolvendo as ervas sagradas. É importante ressaltar a conexão ancestral que as ervas possuem com os povos originários, bem como a relevância de resgatar práticas caseiras e ancestrais para cuidar do corpo, alma e mente em nosso cotidiano.

Através dessa experiência, os participantes serão incentivados a compreender melhor a diversidade cultural e a importância de preservar e respeitar as tradições ancestrais dos mais de 305 Povos Indígenas que habitam este território.


Curriculo Profissional: Tammy Tupinambá
Tammy Tupinambá, é uma mulher indígena da etnia Tupinambá, orgulhosamente baiana, mãe e Assistente Social. Desde a infância, sente o chamado de sua ancestralidade, e essa conexão revelou talentos práticos e espirituais, além de evidenciar sua disposição em lutar pela garantia de direitos e bem-estar das pessoas bem como pelo meio ambiente. Sua força e inspiração vêm da mãe terra, a mais poderosa de todas. Atualmente, está desenvolvendo o Projeto Serpenteia Bem Viver Ancestral, no qual oferece Fitocosméticos feitos com a força e as propriedades das ervas sagradas, sempre com respeito, amor e muito Axé. Como parte dessa iniciativa, ministra oficinas sobre a feitura desses produtos, tendo atuado em espaços como SESC, SASF, CASAS DE CULTURA E ESCOLAS. Buscando também contribuir para o debate sobre questões indígenas, periféricas e de maternidade, entre outras. Seu objetivo é gerar conteúdo, principalmente sobre seus povos, a fim de ampliar a visibilidade desses debates que têm sido historicamente apagados há mais de 523 anos.

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